Brancos e Negros

Crônica: New Jersey - 1960

Local: New Jersey - USA

Facções: Ku Klux Klan e Black Panthers

New Jersey durante a guerra urbana e racista de 1960

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Este é um jogo de RPG baseado em fatos históricos, toda e qualquer situação e personagens citados aqui são puramente ficticios e ilustrativos. Não fazemos apologia a qualquer tipo de racismo.



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09:15
 


Narrador: *New Jersey – Estados Unidos, exatos 1967. 17:00h, A tarde vem caindo na cidade e com ela o perigo de andar nas ruas se intensificam. È possível ver a quantidade de mendigos que habitam as marquises das mercearias como a de McPeterson. E são constantemente enxotados. Os últimos acontecimentos marcaram o bairro de Newark. O jovem branco Joseph Phillips não compareceu a escola. Estava hospitalizado com sérios e graves ferimentos que o induziram a um coma profundo. Traumatismo craniano disseram os médicos quando Joseph dera entrada no Hospital da cidade, com a cabeça aberta ao meio. Segundo alguns boatos na escola, ele havia sido pego pelo grupo negro revolucionário. Do outro lado, o Jovem Omar Collins morria num incêndio criminoso que julgavam ser culpa de mais um ataque da KKK. O dia de aula acabava e com isso o regime de semi internato do colégio tb. Seus alunos estavam livres para voltar para casa. E não apenas os negros e brancos pareciam sofrer com os ataques. A oficina dos Brown havia sido atacada. A intolerância ia até a miscigenação de relacionamentos entre negros e brancos. De igual modo a casa dos velhos Oldman estava marcada com um X naquela tarde. Nas ruas já se podiam escutar as sirenes da policia que começava a cercar a rua. O governo havia decretado toque de recolher e o comercio começava a fechar as suas portas*

(12:07:49) Ralph: fala para Todos: *Ralph acabara de sair de um culto de sua igreja. Era jovem, nao tinha mais que 26 anos. JNo braço direito segurava sua biblia, e preparava-se para se dirigir ao hospital orar pelo garoto enfermo vitima da violencia injusta e inacabavel.* Senhor, vou cumprir minha missão. Conceda-me sua benção.. *e seguia caminhando, lentamente, vestindo seu terno azul marinho e o sapato social preto.*

(12:09:23) Martin Simons fala para Todos: *Eram 17 horas. e havia acabado a aula para Martin. Aquela malita escola repleta de brancos por todos os lados. Aqueles desgraçados haviam tomado seu bairro, tomado sua escola e agora matavam negros como Omar. Um garoto novo e ativista dos Black panthers.. mas teria retaliação.. ah se teria.. ele iria se vingar em nome de todos Ah se iria.. pegava o caderno para sair do colegio.. do lado de fora as sirenes ja começavam a tocar e passavam por todo o bairro.. iria encontrar os black panthers para atacar a mercearia de McPeterson*

Narrador fala para The Peacemaker: *Ralph não tinha se dado conta aidna de que o toque de recolher ja havia sido dado pelas sirenes.. as viaturas começavam a passar rapidamente.. e ao longe dobrando a esquina.. ele podia ver o grupo de negros que se aproximava. Usavam boinas. e pareciam estar armados.. vinham em gritos Unissonos* ALL POWER!!! ALL POWER!! Morte aos porcos!!!! *Eram homens.negros.. e não pareciam muito dispostos a conversas de paz*

(12:14:19) Grace. fala para Todos: *Grace estava saindo da escola naquele instante, trajava na ocasião um vestido rosa claro de ombros caídos cinto largo branco a cintura e saia rodada abaixo dos joelhos, meias soquetes brancas e sapatos da mesma cor, os cabelos louros caiam pelas costas com delicados cachos as pontas, eram semi presos por uma delicada tira de cetim rosa que formava um laço, carregava os livros junto ao corpo e a bolsa branca ao ombros, olhava a volta e ia tocar o corrimão quando pareceu parar e pensar duas vezes olhando a volta, fitou a mão vendo que usou uma luva branca a mesma e logo tocou o mesmo mais segura, caminhou pela grama até encontrar um banco, tirou um lenço da bolsa e o estendeu ao banco sentando-se em seguida cruzou as pernas e deixou os gélidos olhos azuis varrerem o local estava a procura da irmã*

(12:15:29) The Peacemaker fala para Martin Simons: *Se quisesse agir, nao era a hora certa. precisava pegar um por um, em massa eles se acham fortes e jamais dariam ouvidos a palavra dEle. Porém, Ralph continuou a caminhar, segurando firme sua biblia e continuava na direção dos negros.*

(12:16:57) Sophie Oldman fala para Todos: Eu estava exatamente no parapeito desta janela, quando vi um grupo de jovens armados. Ouvi tiros para todos os lados e aqui, aqui está a prova do que está acontecendo com esta cidade! *apontou para um orifício na parede da cozinha, próximo a onde provavelmente sua avó estava. As janelas trancadas, as portas presas a correntes firmes e grossas, fez questão de tornar sua casa uma prisão domiciliar impecável. Escura e silenciosa, o único som que se propagava era o do lado de fora, tiros que ricocheteavam, gritos ecoavam. Sophie estava sentada sobre a mesa e esticava-se para deixar bem claro o que tinha acontecido enquanto não estava alí, na presença de seus avós* Está enxergando? Imagina o quanto tenho que me preocupar? *dirigia as palavras sofridas ao seu avô, John, que ouvia como se sentisse culpado pelo fato de abandonar por um instante apenas, sua esposa*

(12:17:32) Martin Simons fala para Todos: *Nathan estava na mercearia, carregava a espingarda enquanto orava com sua esposa, de portas fechadas, seria noite de ataque da KKK.. tudo ja estava organizado e Jack Dewyer iria encontra-lo junto com Himmler.. havia recebido informações de que um branco.. estava se portando como um merdinha putrefato daqueles negros malditos.. e nada deixava Nathan mais irritado que um branco podre.. que a alma dos malditos queimasse inteira na chama de Deus por se unirem a aqueles malditos.. tinha uma vaga ideia de quem poderia ser.. mas passaria a missão para alguem de confiança;.. Iria encontrar Hoffman.. *

(12:17:44) Friderich Hoffman fala para Todos: *O caminhão de mudanças estava frente ao casarão à venda,a maioria dos moveis já estava dentro da residência,pelo jeito alguma família chegando ali,uma família que viera de bem longe.limpando a testa de suor, Frederich observava à sua volta,a toca negra sobre a cabeça quase careca,blusa moletom azul escura,e calças de brin cor cinza,o o corpo largo escondido pelas roupas,as coisas por ali não pareciam tão gentils,o barulho das sirenes,o clima,as casas,as pessoas,aquilo tudo incomodava-o profundamente,pensara em dar uma volta pelo arredores,mas mudara de idéia assim que viu um grupo de negros passando em outra calçada,a expressão seria permanecia,e por dentro um maldito arrependimento de estar ali.Puxara o criado mudo,trazendo-o para os braços e assim carregando-o para dentro de casa,era o ultimo móvel,feliz estaria em estar voltando para a terra Natal*

(12:19:39) Martin Simons fala para The Peacemaker: *Aqueles homens não queriam a palavra de Deus.. aqueles homens queriam dinheiro para alimentar seus filhos que estavam sob marquises.. que passavam fome.. e o ruido das espingardas a serem engatilhadas eram escuitadas.. quando do outro lado as viaturas chegavam.. mais um confronto entre negros e policiais brancos.. e Raph.. Raph estava no meio deles.. O som dos disparos veio em seguida.. unido ao grito desesperados de mulheres que corriam no meio da rua.. *

(12:20:54) Ashley Dewyer fala para Todos: * Fim das aulas. Sol se pondo. A tarde dando lugar para a noite. Toque de recolher. Toque de recolher? Nada mais comum em New Jersey. Era a caça às bruxas. Além da guerra fria, dentro do país existia a guerra entre as “raças”. E porque tudo isso? Não somos todos filhos de Deus? Todos Seres Humanos? Porque a cor de nossa pele deve determinar quem somos? Deve determinar nosso caráter? Isso está errado. Muito errado. O preconceito é a podridão. O lado asqueroso do Homem que não consegue enxergar o outro como seu irmão. Sim, somos todos irmãos. Filhos do mesmo Pai. Mas chega dessa idealização utópica. Ashley, a sonhadora. E esta, a bela e popular cheerleader, saía do colégio. Vestia o uniforme das líderes de torcida da escola: sainha e blusinha. Carregava consigo também os famosos pompons, uma jaqueta para cobrir o corpo, os livros e uma bolsa. Os lindos e brilhantes cabelos loiros estavam cuidadosamente presos por um coque, deixando seus lindos e grandes olhos azuis brilharem numa imensidão azul. E saía da escola, sim, descendo os degraus com calma enquanto conversava com uma companheira da equipe de cheerleaders. Despedia-se dela ao final da escada e, então, parava ali para ajeitar o material nos braços. Os olhos passaram ao redor e logo avistaram a irmã sentada. Estava à sua espera? Provavelmente. E então os olhos visualizaram todo o campus. As sirenes podiam ser ouvidas, mas isso não a assustava mais. Apenas lhe dava um aperto no peito. Um negro ou um branco, não importava, mas alguém ia se machucar. Porque toda essa guerra? Para quê? *

(12:21:51) Grace. fala para Todos: *Madelleine estava em sua casa, acabava de colocar seu bebe para dormir e os olhos negros ficavam ao berço enquanto ela realmente pensava se todo aquele derramamento de sangue era mesmo necessário, olhava seu pequeno e pensava se não seria outro "soldado" dos Panteras quando maior ou se finalmente teria a paz que roubaram dela no dia que mataram Jammal, cerrou os olhos e logo deu as costas ajeitou o casaco preto ao corpo e não demorou a ir se reunir com os outros, não tinha planejado um ataque ao certo, mas deixava dos seus de olhos na rua para um possível contrataque...Aqueles desgraçados não perdiam tempo*

(12:21:59) The Peacemaker fala para Martin Simons: *Saltava instintivamente para o lado e se agachava ao lado da parede de uma casa, permanecendo ali, em posição fetal, extremamente revoltado por nao poder fazer nada..*

(12:22:36) Martin Simons fala para Sophie Oldman: *Sophie não podia escutar com coerencia se a conversa vinha de dentro da casa, da conversa com os avós.. ou se vinha do seu quintal.. parecia que algo se mexia lá fora.. na frente da casa, o x marcava o lugar.. como se marcavam as casas dos leprosos na epoca de cristo.. passos que vinham rasteiros sobre o capim do quintal.. passos.. rapidos.. rasteiros e determinados.. e a tarde caia rapido.. escurecia mais rapido ainda como se o proprio dia tivesse medo daquelas guerrilhas que aconteciam.. e vinha o ruido do vidro que se quebrava.. a pedra que rolava pelo chão da sala.. para um ruido de espatifar de vidros ainda maior.. o ruido da garrafa que se quebrava ao chão espalhando a chama por todo o tapete da sala* MORTE AOS FILHOS DO DIABO!

(12:25:16) Grace. fala para Ashley Dewyer: *Grace olhava a volta, e era uma montanha de gelo, parecia achar totalmente necessária aquela guerra, era o modo de limpar as ruas, de livra-los daquela corja inferior, porque diabos Ashley tinha que se atrasar não sabia que era perigoso elas andarem por aí aquela hora?...*Ergueu-se então do banco quando avistou a irmã e recolheu o lenço, caminhou rumo a irmã e logo a apanhou pelo braço*...Ashley, porque demora tanto? O motorista já nos espera faz tempo...*deu um leve tapa a outra mão dela*...Não toque neste corrimão quer apanhar uma doença?....*Os olhos novamente varriam o lugar*..Vamos pra casa, acho que estes demonios não estão por aqui....

(12:25:48) Martin Simons fala para Friderich Hoffman: *Ao lado da casa para onde Friderish se mudava um garoto branco e magro observava sentado na escada.. era mais um brano nas redondezas e aquilo era bom.. observava em silencio enquanto o rapaz parecia olhar o grupo de negros e sorriui* Tb não gosta deles né? *A voz era calma.. e os olhos azuis do garoto vertiam dos negros para Fred.. * São um lixo..*cospia no chão assim que acabava de falar* Sou Sebastian Tramell..

(12:26:01) Sophie Oldman fala para Todos: Já chega! Isso tudo está me deixando louco! *as mãos iam até suas têmporas e lá os dedos dobravam e as unhas eram capazes de lhe fazerem ranhuras por todo o rosto. Arregalou os olhos e as sobrancelhas arqueavam. Então, um grande tapa na mesa assustava Emily e Sophie ao mesmo tempo* Não podemos ficar aqui parados, temos que por um fim nisso! *e passava a andar largamente pela cozinha, sendo impedido por um puxão das mãos trêmulas de sua neta. Se a jaqueta lhe saísse dos braços este sim já estaria condenado* Onde pensa que vai? * e descia de cima da mesa, de onde suas pernas não paravam de balançar* Olhe pra mim, me escute!! *tocava-lhe os ombros. Então o barulho de estouro de um vidro, e a luminosidade que se propagava atrás da porta. Ambos pararam atônitos até que Sophie gritou em própria defesa, como se fosse adiantar* CORRAM, SAIAM PELOS FUNDOS!! VÃO, VÃO!! *vacilou no lugar onde estava, suas pernas estavam bambas demais, mas abriu rapidamente a porta dos fundos e ordenou que seus parentes saíssem* [+]

(12:28:49) Martin Simons fala para The Peacemaker: *E podia ver a troca de tiros que se iniciava.. os gritos das mulheres e crianças que corriam em meio aquela guerra sem precedentes ou valores morais.. e logo os dois grupos se aproximavam ainda mais.. para um combate mais direto.. brancos caindo ao chão manchando a calçada de vermelho.. negros sendo arrastados e executados.. e começava o martirio de Raph.. a mão branca que segurava sua cabeça arrastando-o para fora de seu reduto de sossego.. arrastava Raph como se fosse um marginal.. batendo na biblia para que caisse no chão.. e eram coturnos a pisar naquele livro sagrado* Se escondendo negro desgraçado!? *e vinha a primeira coronhada no religioso* Pro chão vagabundo desgraçado!!! pro chão!

(12:31:03) Grace. fala para Todos: *Mad sorria para a empregada que iria tomar conta de seu bebe, e logo saia da casa, não demorou a entrar em um armazém, onde parecia ser aguardada, caminhou rumo a alguns negros e pareceu entrar ao meio deles, o rosto ficou abaixado alguns momentos, e logo o silencio se fazia*...Não estamos promovendo a guerra, estamos mostrando que ela tem dois lados....*ergueu lentamente o rosto encarando-os*...E que o nosso lado também é forte, o nosso lado também luta....E eu não vou abaixar minha cabeça para branco desgraçado nenhum!....*Cerrava os olhos naquele momento*...Pensem em seus filhos, e pensem que se vocês hoje abaixarem a cabeça, amanhã serão os seus filhos a fazerem...Querem isto?...Uma vida de submissão? Tratados como inferiores? Doentes? Amaldiçoados?....Mostrem o que são, tão bons ou melhores que eles!...Saiam por esta porta e não tenham medo da morte, porque eles não tem....*Disto isto Mad deu as costas e apenas ficava a ouvir quando todos motivados por suas palavras começavam a agir*

(12:31:32) The Peacemaker fala para Martin Simons: Nao! Nao! Parem! Venho em nome do Senhor! Nao desejo mal a ninguem! *Ele colocava as maos na cabeca, e por um instante se imaginava na mesma situaçao que lera na biblia quando a Jesus* Por favor parem! *Exeto por Jesus ter resistido calado..*


(12:32:15) Martin Simons fala para Sophie Oldman: *A casa estava cercada.. se Sophie olhasse pelos vidros da janela poderia ver a cruz em chamas que surgia.. e as pessoas em capuzes brancos que se aglomeravam em um grupo de 20.. . e era com eles que ela dava de cara assim que abria a porta da cozinha* ONDE PENSAM QUE VÃO CARNE PODRE?? VAMOS MANDAR VCS DE VOLTA PARA O INFERNO.. *E ela podia ver um dos encapuzados aproximarem-se ainda mais,. enquantro o outro carregava a cruz.. era noite de diversão.. e aqueles dois velhos e a maldita mestiça iam ser a caça da noite..* Clow.. cabe a vc encomendar estas almas ao inferno novamente.. e vinha o primeiro disparo na direção do velho Oldman*

(12:33:58) Ashley Dewyer fala para Todos: * Sirenes. Céus. A cidade estava um caos. Como Grace conseguia ser tão insensível? Dava para ver naqueles olhos azuis de Ash o quanto ela estava agoniada. Esperou que a irmã chegasse para seguir com ela. * ta... * Respondeu com leveza. Bater de frente? Ah não. Ashley é fraca demais para isso. Não é? E veio o tapa. Quanta ignorância! * é... vai começar a nascer manchas pretas em mim... * E veio a ironia em resposta. De vez em quando a garota tem uns surtos de coragem. Seguia com a irmã para o carro que as levariam para casa. Ah sim, o senhor Jack jamais deixaria suas duas princesinhas voltarem sozinhas à pé. Não. Jamais! Quanta futilidade. * é, Grace... os demônios estão provavelmente marcando alguma casa por ai... * E mais uma ironia. Ashley estava atacada hoje, huh? Deve ser a TPM. E ela ouvia os gritos. Estava havendo algum confronto. Queria ir. Correr até lá e ajudar. E impedir! Intermediar. Mas não tinha coragem. O coração apertava no peito como se houvesse arame farpado envolta. Entrava no carro e olhava pela janela a fim de achar de onde vinham os barulhos. *

(12:36:37) Martin Simons fala para The Peacemaker: *E vinha a primeira porrada forte contra os labios do homem que logo sentiria o gosto do proprio sangue.. estava em meio aos tiros.. em meio aos tiros entre brancos e negros.. o policial que o pegara sacava o revolver* Vou te mandar pro inferno.. negro.. de onde nunca devia ter saído.. puxava a trava.. mas o tir que vinha da frente fora mais rapido acertando a cabeça do policial.. e Raph sentia o sangue de um outro homem sobre ele.. como o corpo que ajoelhava-se ao lado dele antes de cair inerte e a mão negra o levantar* Anda irmão.. corre.. corre!!!! *empurravam o garoto para que ele pudesse correr.. sair do meio da rua.. e tentar salvar a propria vida.. enquanto o embate continuava.. e Raph podia escutar os tiros que passavam zunindo em seus ouvidos*

(12:37:26) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *Ainda carregava o móvel quando ouviu a voz,parou no mesmo lugar,os olhos verdes ,de canto de olho focavam ao garoto que começara a falar,o fitou por inteiro,um branco por ali?Deus salve a América.*Triste é ver apenas um sangue puro por estas bandas..*Soltara o criado mudo ao chão,com cuidado,assim se aproximou de Sebastian,voltara a fitar os negros,estava sério,não parecia ser um garoto de muitas expressões,tinha um ar de durão,também de arrogância pelo olhar,até mesmo com o próprio Sebastian parecia não tanto “gentil”,talvez fosse o jeito dele*Frederich Hoffman..*Dizia ainda fitando os negros,que passavam encarando também,mas o novato ,não parecia vacilar*é freqüente isso por aqui?Raças como essas habitando as ruas?Ou fugiram do zoológico??*perguntara para Sebastian,voltando a fita-lo de rabo de olho*

(12:38:12) Grace. fala para Todos: *Grace era fria, era uma estrategista para ela a guerra era necessária e se tivesse que ver sangue justificava a si mesma como conseqüência. Suspirou fundo ouvindo a irmã e a encarou nos olhos*...Não duvido que nasça você parece que tem o sangue imundo deles nas veias, anda vamos logo não quero problemas com o Jack...*Não chamava o pai de “pai” e sim pelo nome daí já dava pra perceber que tinha problemas com o homem, acompanhou a irmã até o carro, deixou que ela entrasse e logo olhava a volta, gritos, sangue, morte, era o cenário da cidade, e os olhos de Grace não mais se assustavam com aquela “rotina”, entrou ao carro ajeitando-se ao banco e logo ordenava*..Vamos logo, eu não quero que estes malditos se aproximem de nós...São demoniacos...

(12:38:47) The Peacemaker fala para Martin Simons: *A unica coisa que podia fazer era realmente correr, procurava algum lugar seguro e corria agaxado em direção a esse. Agradeceu a Deus em prece por um instante, enquanto permanecia agachado escondido atras daquele beco entre a lata retangular de lixo e a parede de alguma pobre morada*

(12:41:29) Martin Simons fala para Friderich Hoffman: *Sebastian sorria.. então ele tb não tolerava aquele bando de carne podre? Era bom.. erguia-se e ia para perto do caminhão de mudança para recebe-lo* Meu tio ia gostar de conhecer vc.. * o garoto se apresentara.. Hoffman.. onde ja tinha escutado aquele nome? nãolembrava.. via o grupo de negros passando.. e caminhava para a extremidade da calçada.. separado dos que passavam apenas pela rua* É comum.. são como virus de corpo em decomposição que proliferam.. mas a gente vai dar um jeito nisso.. *virava-se para o rapaz.. os cabelos loiros bem penteados.. a roupa limpa de quem era bem cuidado* se quiser.. te apresento umas pessoas legais.. acho que vc ia gostar..

(12:41:32) Sophie Oldman fala para Martin Simons: *conseguia ver a cruz em chamas quando, de modo involuntário, olhou para a janela. Soluçou assustada e assim que abria a porta o tiro direcionado, parecia que tudo fora planejado antes mesmo que todos eles tentassem fugir... Lhe acertava a barriga, o velho não pudera resistir por conta de sua idade e de portar uma doença que já lhe fraquejavam os ossos. Caíu alí mesmo, aos pés dos monstros encapuzados. Sophie retesou alguns passos, e mão trêmula foi até sua boca, caíra para trás e sentada quando o tiro parecia atingí-la.* AAAAAAAHHHHH!!! *um grito de dor, e as lágrimas já lhe vinham ao olhos, e derramavam sem cálculo, só se sabia que rolavam uma após a outra. Engatinhava até o corpo de seu avó, o mesmo aparentava dizer algo. Então mais um grito, quando virava o corpo para si. O instinto fora de levantar-se e acertar um daqueles caras, mas permaneceu pranteando, o mesmo fazia Emily ao seu lado, que lhe abraçava.* VOVÔÔÔ!! NÃO, NÃÃÃÃO!! *o sacudia para ver se conseguia reanimá-lo, em vão*

(12:44:33) Martin Simons
fala para Todos: *E o que Grace e Ashley podiam ver era uma rua fechada por sirenes, negros e policiais brancos que digladiavam entre si.. homens caindo ao chão.. uma criança corria diante do carro delas e era alvejada.. uma criança negra e os olhos do garotinho pareciam vidrar njos de Ashley e Grace quando caiu e estendeu a mão num pedido mudo de socorro.. e o primeiro ruido na lataria do carro.. tiros.. os tiros eram disparados na direção do carro..e ram brancas.. mulheres brancas dentro de um automovel de luxo.. e o motorista não via na intenção de fugir que o carro esbarrava em algo.. não a ponto de causar grandes ferimentos.. mas fazia com que o religioso Raph caisse no chão* [ordem: Ashley - Grace - Raph - Martin]

(12:48:32) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *Os braços se cruzaram,os olhos acompanhavam os negros que passavam,apenas com o olhar,era um olhar discriminador de frio,incisivo,não era do tipo que falava de mais,preferia agir,achava medíocre perder o tempo xingando ou demonstrando o ódio de maneiras tão baixas *Que tipo de pessoas..?*olhara diretamente para o rapaz agora,cabelo loiro bem penteado,roupas bem ajustadas,diferente daquela raça que se vestia com maltrapilhos,mas Fred,não confiava em todos,já ouvira muito sermão do pai,e era consciente de com quem deveria dar atenção,ou não.Seria bom que aquela conversa não fosse perca de tempo*

(12:50:38) Martin Simons fala para Sophie Oldman: *A KKK estava satisfeita.. a carne podre caia facil abatida.. pretos velhos e desgraçados.. o homem que ordenara o primeiro tiro sorria por baixo do pano branco que cobria seu rosto.. o velho caia e a jovem parecia ter sido atingida.. ela seria vilipendiada como toda mulher negra deveria ser.. e ter a carne exposta antes de queimar.. eram prostitudas do diabo e deviam voltar ao inferno.. os homens corriam ao redor da casa.. e logo as chamas pareciam tomar toda a residencia dos velhos Oldman.. memorias.. lembranças.. moveis.. roupas.. eram tudo qeu eles tinham.. e tão cientes de que acabariam com a vida da familia inteira estavam.. que tomavam o corpo do velho de perto de sua familia, jogando gasolina no velho John Oldman* Volta para o seu mundo de pecado demonio! *E a tocha era jogada sobre o velho que agonizava em chamas.. eles estavam entretidos com a crueldadde.. talvez Sophie.. conseguisse escapar.. mas sera que com a vó.. ela teria chance?*


(12:52:25) Ashley Dewyer fala para Todos: * Preconceitos e mais preconceitos. Racismo. Tinha nojo disso tudo. Um nojo fora do comum. Mas retrucaria? Iria responder novamente? Discutir? Não. Ashley é freada como sempre. Reprimida. Pobre branca com sangue de revolucionária. Sim, revolucionária. Mas falta na garota o ingrediente principal: coragem. Enfim, entrou no carro calada. Respirava fundo enquanto os olhos azuis fitavam a cidade pela janela. A cidade estava um caos e ela dentro de seu carrinho. Protegida. Alienada. Quanta hipocrisia. Quanta podridão e desgosto! O arame farpado em volta de seu coraçãozinho parecia apertar ainda mais. Marcá-lo com chagas. Perfurar e fazê-lo sangrar. Um frio na barriga a deixou ainda mais agoniada. Engolia tudo o que realmente pensava. E doía para descer, para deglutir. Mas algo chamou sua atenção. Sim, e toda a concentração para manter-se calada ruiu-se. Uma criancinha. Um menininho que corria rumo ao carro. A respiração de Ash parou. Seu corpo contraiu-se por inteiro enquanto sua razão se desfazia. Foi instinto. Reflexo. Não deu tempo para que ninguém ali dentro a impedisse. A mão abriu a porta do carro imediatamente, pulando para fora. Rapidamente, agachava-se e agarrava a criança nos braços, protegendo aquela pele negra junto do branco. Foda-se essa guerra de merda! Preconceito podre e sem sentido! E os tiros. Havia tiros. Gritaria. Barulhos assustadores. Com a criança nos braços, os olhos azuis passaram ao redor. No próximo segundo iria para onde? Onde se refugiaria? Tiros acertavam o carro. * calma... calma... * Sussurrava para a criança, mas provavelmente quem queria – e precisa – de calma era ela mesma. E pararei por aqui. A dois metros do carro, Ash estava agachada protegendo a criança em volta de seus braços. Prosseguir para o próximo segundo será alongar demais esta ação. *

(12:54:22) Martin Simons fala para Friderich Hoffman: *Sebastian aproximava-se quando via o jovem Fred a questionar de que amigos se tratava.. ele sorriu, abaixou-se para pegar uma pedra e jogava para cima.. diante dos olhjos do novo vizinho* Gente legal.. que quer acabar com esses macacos.. *sorria.. e era rápido.. atirava a pedra na cabeça do ultimo negro que passava.. em cheio.. os homens viravam-se.. ora.. eram 5 negros.. apenas dois brancos.. corriam para cima dos dois, Sebastian Ria* Voltem pro inferno seus macacos do demonio!!!!


(12:58:03) Grace. fala para Todos: *Grace não era alienada mas simplesmente não parecia se importar com quantos negros tivessem que morrer para a cidade ser limpa, como já dito era conseqüência, estava ao carro quando arqueou um pouco o tronco pra frente apoiando a mão ao banco vendo aquela cena deprimente e ao mesmo tempo perigosa a sua frente, sussurrou*...Desvie...*Era tarde demais os olhos seguiam a criança e não tiveram qualquer reação quando ela foi ferida e caiu ao chão pedindo ajuda, Ash foi muito rapida Grace não conseguiu segura-la embora tentou, ia sair do carro quando sentiu o impacto deste a bater em alguém*...Diabos...*Abriu a porta do carro e correu na direção de Ash agarrando a irmã pelo braço a obrigando a soltar a criança caso fosse preciso daria um tapa ao rosto dela*..Ashley!...Pare com isto, não se meta nisto! Está colocando a sua vida e a minha em risco, volte já pro carro e largue...*Os olhos iam então a criança*...Este verme aí...Filhote de verme...Porque ainda não se desenvolveu...*Voltou os olhos séria a irmã e iria arrasta-la pra dentro do carro, o motorista so estava esperando as duas entrar para literalmente fugir “da cena do crime”*

(01:02:51) Sophie Oldman fala para Martin Simons: *quando aqueles perversos homens arrastavam seu avô para o fogo, Sophie teve uma enorme e quase incontrolável vontade de agarrar um daqueles e empurrá-lo ao fogo, mas ela assistia a tudo aquilo da pior forma possível!* JOHN, NÃO MEU JOHN, NÃO O MEU! *sua vó esticava o braço, como se ele tivesse ido para nunca mais voltar, e ouvia seus gritos de agonia, e seu contorcer frénetico, aquilo era demais para Emily, que caíra de joelhos sufocando. Sophie tampava seus ouvidos, estava nervosa a também ouvir os gritos, os risos e o lamento. Não conseguia flar, emudecia, suas mãos abertas agarravam-se ao seu pescoço e as lágrimas inundavam seu rosto. Sophie teve um acesso de tosse e ânsias, agaichou-se até sua vó. Sua voz era baixa, não se poderia ouvir, pois seu choro a embargava e era uma rouquidão que tomava as cordas vocais da garganta. Tocou seus ombros e fechando os olhos tornou a chorar, ainda mais intensamente. Emily pousara as mãos nas dela* Não pode continuar assim... *mas a mulher não dera ouvidos, seu avô morria engolido pelas labaredas, e o que se podia fazer? Vê-lo ser cremado, apenas...*

(01:04:08) Martin Simons
fala para Todos: *Ele havia saido do colegio.. havia encontrado o seu grupo e ja estavam partindo para militancia.. ainda não tinha visto malcon.. mas pelo que recebera de informação de Madaleine.. de que ele partira com um grupo na direção da mercearia do porco McPeterson.. e ele fora designado para seguir ao grupo que atacaria a oficina dos Brown.. mas o grupo encontrara a policia antes diante da igreja.. e lá estava martin a trocar tiros com policiais.. no exato momento em que o garotinho.. corria para fugir daquela selva.. deveria ter se perdido da mãe.. e encontrava os braços da morte a espera-lo do outro lado.. alvejado.. os olhos de martin arregalavam-se.. era uma criança.;. corria na direção do garoto quando a garota branca saia do carro.. e agarrava o garotinho.. no momento em que a irmã saia para puxa-la chingando.. Martin descontrolava-se e era com o cabo da espingarda que carregava que acertava o rosto de Ashley.. tomando o garotinho para si* LARGA ELE SUA VADIA BRANQUELA.. *E em seguida vinha a devolução no [+

(01:05:08) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *Os braços ainda estavam cruzados,Seb parecia ser legal,tinha aquele jeito meio mala,mas sempre tinha algum para ser o mala,era o cara que falava,e que reunião para as guerras,Fred,era do tipo que pensava nas estratégias,e formulava o jeito mais cruel de finalizar,era do tipo que batia,e espaçava sem piedade,do tipo que fosse qual fosse a tortura e a dor sofria por aqueles que estavam contra ele,não abalavam-no,quando se é criado desde a infância com o preconceito nas veias,aos 17 anos você se torna um monstro,por seus irmãos de ideologia,por sua educação,e por seus país.Porque sentir piedade desta raça pútrida e fétida que crescia,se eles eram os maiores culpados por grande parte da sujeira,os bandidos nojentos,os que se rebelavam contra o sangue puro,a guerra não havia acabado para Hoffman.

(01:05:09) Martin Simons fala para Todos: queixo de Grace* Verme é o que vc é por dentro sua vadia.. * O motorista tentara reagir.. e vinha o tiro de martin no peito do homem.. era um sequestro.. *PRA DENTRO DO CARRO VAGABNUNDAS!!! *Puxava ambas pelos cabelos.. *

(01:05:13) Friderich Hoffman
fala para Martin Simons: Os olhos voltados aos negros que vinham,apesar de tudo,aquilo era delicioso,a adrenalina que preenchia as veias,e o ódio fulminante,queria ver seus companheiros ali,saudades da terra natal,saudade do sangue puro,dos matadores de demônios..*Um belo presente de boas vindas cara!*dizia Para Seb ainda enquanto estavam próximos,os passos rápidos,iniciando uma corrida, e um salto no ar,um voadora formada,quem quer que estivesse na frente,seria atingido pelo gigante voador,se iria se machucar não estava preocupado,queria era descontar todo ódio e rancor,todo nojo por aquela raça inferior,queria sangue de preto melando o asfalto*


(01:11:09) Martin Simons fala para Sophie Oldman: *O Velho John agonizava entre as chamas e logo os gritos cessavam.. mas não os da velha e era para ela que vertiam as atenções daquele grupo.. pareciam decidos a se divertir com os idosos primeiro.. * Levanta prostituta do demonio.. *mandavam que a pobre Emilly ficasse de pé.. e assim que a velha o fazia.. vinha o tiro no joelho.. * Em nome do pai.. LEVANTA!!!* Um, dos encapuzados se aproximavam.. e empurravam Sophie.. que era segura por mais dois homens.. enquanto um erguia a pobre Emilly e vinha o segundo tiro no outro joelho* Em nome do filho.. * os dois que seguravam Sophie.. a soltavam para aproximarem-se da diversão.. *E ateavam fogo nos cabelos da mulher* Do espirito santo.. senhor.. encaminhamos ao inferno esta messalina de satanas.. abra a boca negra..


(01:15:22) Ashley Dewyer fala para Todos: * Ah, meu Deus! Sentia o corpinho frágil da criança em seus braços. Os olhos já se debulhavam em lágrimas. Era o nervosismo. O medo. O desespero. A agonia. O sangue das chagas abertas em seu coração saía como lágrimas de seus lindos olhos azuis. E ia levar a criança consigo. Salvá-la. Mas seu algoz chegava. A filha do demônio. Do Jack-hitler-wannabe. A cria. Sua obra prima: Grace. Esta agarrava seu braço, mas Ash relutava. * NÃO! * E tentava manter-se ali, segurar a criança com todas as forças! Poderiam vir um ou mil tapas na cara. E Grace seria mais forte. Conseguiria arrancá-la dali se não fosse Martin para intermediar aquela discussão. Ash nem viu: primeiro foi a porrada da espingarda no rosto e depois largou a criança. Despencou no chão, meio zonza. * não... * Sussurrou como uma alucinação. Tentou afastar-se dali. Apenas ouviu a arma atingindo alguém próximo. Provavelmente sua irmã. * não... * Deixou sussurrar novamente enquanto sentia a mao pegar seu cabelo. Acordou. * pára! Não! Eu tava protegendo ele... ele tá machucado... ajuda ele... * E ainda estava preocupada com a criança. Os olhos fitavam fixamente nela. Estava bem? Estava sangrando? Desesperada, os olhos explodiam em lágrimas enquanto tentava soltar-se. *

(01:16:20) Martin Simons fala para Friderich Hoffman: *Seb ria com aquilo..otimo seu novo vizinho era louco o bastante para topar a brincadeira.. e o grupo de negros corriam para eles, retirando do bolso, soqueiras* Porcos desgraçados.. a gente vai mostrar com quem ces tão brincando.. * e seguiam.. Fred dava a voadora.. e acertava em cheio o nariz de ukm dos homens que caia.. um ia ao chão..r estavam quatro.. e foi um dos quatro que acertava o rosto do alemão com o soco ingles.. arrancando sangue.. Seb corria para o caminhão de mudanças.. pegando uma das cadeiras de madeira e batendo com força no chão.. e improvisava um porrete* Volta pro zologico seu macaco desgraçado!!! *corria para cima, acertando a nuca do homem que batera em Fred,.. e era seguro pelo outro homem.. o caos se instaurava.. e não longe dali.. o ruido das sirenes aumentava ainda mais*

(01:16:42) Grace. fala para Todos: *Grace sacudia a irmã como podia, e foi tudo muito rápido em pouco tempo aquela sombra do demônio estava próximo delas, e já virava com o cabo da arma contra o rosto de sua irmã, Grace vendo aquilo abriu a bolsa e apanhou a arma de dentro, quando Ashley caia ao chão, Martin pode sentir o cano frio da arma contra sua testa, a mão não exitava e o dedo deslizava pelo gatilho, Grace parecia prestes a atirar no rapaz, só que olhava a volta e de fato estavam em vantagem, sussurrou*...Vou fingir que não ouvi que você ofendeu minha irmã, agora some daqui com seu bando...E vai andando devagarinho, se eu morer matando um negro irei me tornar uma heroína se você morrer matando uma branca ira se tornar um assassino...É por isto que somos superiores....*Arqueou a sobrancelha*..Ashley entra no maldito carro!


(01:22:06) Sophie Oldman fala para Martin Simons: *Sophie era imobilizada por aquelas mãos, pobre mulher, de um jeito extremamente cruel teve de assistir a morte de seu avô, já não conseguia suportar o próprio peso de seu corpo, o choro contaminava seus sentidos, e aos poucos não se pode mais conseguir enxergar, nem sentir, ouvir... A vertigem de sua vó gritando pelas dores nos joelhos, pelos cabelos envoltos por chamas... Era um massacre! Um massacre que ninguém poderia agüentar, muito menos se a sangue frio, fossem assassinados seus mais queridos parentes e este alguém tivera que observar cada modo de se martirizar a carne deles. Sophie desmaiava nas mãos dos homens, e sabe-se lá o que fariam com ela, mas despertar talvez ela não quisesse mais, era demais! Estava sobrecarregada, não se podia fazer nada! Nada! Ou então iria para a fogueira, mesmo assim, iria de qualquer jeito e não via solução para escape. A velha gritava, até o ponto de perder sua voz, a dor era enorme, sua pele queimava, até que a ordem de um dos membros parecia ser de alívio, [+]

(01:23:14) Martin Simons fala para Todos: *Martin havia acertado a vagabunda branca .. eles haviam matado o garotinho.. mas Martin ia se vingar.. sabia quem eram as duas que estavam ali diante dele.. e quando pegou os cabelos da primeira.. sentiu o cano frio da arma apontada para ele e os olhos do rapaz negro se vertiam para a mulher branca.. com um odio sem igual..* superiores? são porcos.. *e os dedos não soltavam os cabelos da Ashley.. mantinha a garota a seus pes.. os olhos firmes em grace.. que não via em meio a confusão que se aproximavam por tras.. e o que ela sentiria seria a coronhada na nuca.. para fazer com que desmaiasse* VACA BRANCA DESGRAÇADA!! * Era Collins.. que a acertava, e os tiros continuavam ricocheteando a lataria do carro*

(01:29:27) Martin Simons fala para Sophie Oldman: *E eles queimavam a pobre sra. Oldman, diante dos olhos chorosos de Sophie que assistia atonita.. a velh aja não tinha força diante do horror que se instalava em sua antiga residencia.. a velha abria a boca.. e o homem que ordenava parecia sorrir.. * QUEIMA POR DENTRO FILHA DO DEMONIO.. VOLTA PARA O INFERNO CRIA DE SATANAS! * e enfiava com toda a força .. a tocha acesa pela boca da mulher.. queimando carne.. rasgando a boca.. e os olhos dos homens se divertiam em assistir a velha a agonizar, estremecendo ao chão... talvez fosse a chance da sophie escapar*


(01:31:25) Ashley Dewyer fala para Todos: * Gosto de ferro na boca. Era o sangue que enchia a cavidade. Dor? Foda-se! Nem pensou. Ficou zonza por alguns segundos enquanto ouvia, bem ao fundo em um som mono, a voz da irmã. O que dizia? Não importava. A única coisa que martelava na cabeça de Ash – além da dor – era a criança. Mas algo a segurava pelos cabelos. Aos poucos a consciência foi retornado enquanto os olhos focavam a criança morta. Morta? Uma das mãos tentou alcançar a criança, mas era inútil. Mantinha-se aos pés do negro que lhe segurava firmemente pelos lisos, macios e brilhantes fios loiros. * não... * Sussurrava incrédula. Porque tinha que ser assim? Uma criança! Isso estava errado, estava tudo errado. * NAAAAO!!! * E o grito soou depois das palavras de Martin. Olhou ao redor: caos. Conseguiria se soltar? Não sei. Mas nesse caos todo, avistou o homem que chegava por trás de Grace e foi nele que mirou um chute. Podia pegar na canela, na cintura, na coxa. Não importava. Em algum lugar acertaria e, com isso, faria a irmã ter noção de que havia alguém ali. E não existia nenhum branco para ajudá-las? E também não importava mais quem era branco ou negro. Tinha que salvar, pelo menos, a própria pele e a da irmã! Inferno. *

(01:32:50) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *Se iria se machucar naquela brincadeira,pouco se importava,era a oportunidade para quebrar o tédio e fazer ter lembranças de casa,quando a solta do coturno acertou em cheio a cara do preto,Fred urrou,assim que caiu no chão fez questão de se aproximar do atingido socar a cabeça do mesmo no asfalto,se aproveitando da invalidade momentânea do mesmo,que agora provavelmente não era mais momentânea,pois Hoffman havia socado com tamanha força o crânio do neguinho no chão,seu desejo mais profundo era rachar a cabeça do miserável,quando iria se levantar para atingir outro,fora surpreendido por um soco certeiro à face,aquele não era o primeiro,e provavelmente nem o ultimo,a marca logo brotou na face do alemão,e o sangue não demorava a escorrer,mas isso não abalava-o,era apenas uma fagulha,a dor era pouca perto do ódio,perto da adrenalina,perto da empolgação que tomou conta ainda mais ao ver o negro que o atingira caindo com a pancada de Seb,pelo jeito o garoto também era bom de briga,estava no sangue,provavelmente*olhem a cabeça do irmão de foca de vocês lavada de sangue no chão!É isso que vamos fazer com vocês!Malditos vermes da terra!*gritava em alemão,dominava o inglês,pois aprendera com a mãe,mas em momentos como esse,a língua natal era tão bela e firme,Fred que se colocava de pé,e com um soco acertava o que segurava a Seb,logo em seguida,atingindo-o com mais um soco,o garoto era forte,e quanto a lutar,era seu atividade preferida a muito tempo,como diriam os irmãos de sangue”Estamos sempre preparados para a guerra!”,o machucado no rosto,ainda sangrava,mas aquilo não o detia nem o abalava*


(01:35:13) Grace..
fala para Todos: *Grace suspirou fundo e ela iria realmente apertar o gatilho, ainda mais porque o cretino não largava sua irmã, mas não teve tempo percebeu que Ashley lhe avisava que havia alguém mas mesmo assim o rapaz conseguia a acertar, somente sentiu a coronhada contra a nuca e ultimo ato antes de desmaiar foi disparar a arma, o tiro iria certeiro contra o estomago de Martin, enquanto a garota cairia depois ao chão aos pés dele, havia sangue na nuca o golpe tinha sido forte, Grace desmaiaria e teria reais problemas com Jack, isto se saisse viva daquela emboscada*

(01:39:12) Martin Simons
fala para Friderich Hoffman: *O homem que fora acertado pelo chute de Fred nem teve tempo de reação e ele podia escutar o ruido oco qu efaz o cranio quando parte em contato com o chão.. e o sangue que manchava a mão do alemão de imediato.. junto ao cerebro que se espalhava.. força.. o garoto era forte.. e recebia um soco com igual força arrancando sangfue.. Seb fora seguro e enquanto um dos negros o segurava.. o outro batia em sua barriga.. até que Fred veio em sua ajuda..batendo o que o segurava.. o garoto sorria* VERME MALDITO.. VOU LIMPAR MEU SAPATO NA SUA CARCAÇA!* e partia para cima do que lhe batia enquanto fred trocava socos com o que segurava seb.. os negros investiam.. eram robustos.. devolviam os socos que levavam.. e Fred podia não ver a lamina que surgia quando um dos garotos do suburbio puxava um canivete.. e lhe cortava a camisa e superficialmente o abdomen.. o segundo golpe vinha rapido.. fincando o canivetet* vai morrer seu porco desgraçado.. * o homem falava entre os dentes.. Seb recebia o soco no rosto[+

(01:41:32) Martin Simons
fala para Friderich Hoffman: e revidava com o porrete improvisado e girava o corpo con tudo acertando em cheio o rosto do negro* VOLTE PRO INFERNO SUA CRIA DE SATANAS!!! * O ultimo rapaz corria.. fugia como podia.. enquanto seb voltava cambaleante para a direção de Fred*

(01:46:07) Martin Simons fala para Grace..: *martin aidna tinha os cabelos de Ash em suas mãos.. e percebeu o irmão que se aproxiamva;.. mas mantinha=se de expressão inalterada até que a maldita vadia irmã da outra acertava Collins.. e foi rápido.. muito rápido.. vinha o disparo que acertava em cheio seu estomago.. arregalava os olhos com a dor.. e a falta do ar que lhe acometia.. mas o companheiro acertava aquela maldita vagabunda branca* Martin!!! *Collins arregalava os olhos, indo em socorro do amigo.. * Vou matar essa vadia!! *e apontava a arma para a mulher.. * Martin ajoelhava-se no chão levando a mão ao ferimento.. ao sangue que fluia.. com rapidez e soltava os cabelos de Ash.. precisava sair dali.. antes que não conseguisse mais respirar.. e aquela maldita sede que começava a lhe acometer lhe enlouquecesse*

(01:46:42) Dimmitre Schwarz fala para Todos: - Mas o que diabos....* Não podia acreditar no que estava acontecendo. Era sua imaginação enganando-o ou realmente havia um daqueles gorilas agredindo duas meninas? Ou melhor, duas meninas BRANCAS? Ou melhor...2 criolos atacando duas meninas. Então agora, além de nascerem na cor errado, tendo passado do ponto, eles eram covardes* - Não acredito.* Dimmy encostava o carro e verificava o porta-luvas, encontrando a navalha, um interessante meio de defesa nos dias atuais. Abria a porta e saltava do carro, fazendo o mínimo de barulho possível, não se deixando notar pelos rapazes que faziam aquele trabalho degradante. Era só uma questão de falar a coisa certa. Deixava os passos sorrateiros o levarem até a confusão, mais precisamente até as costas daquele que agredia Grace no momento em que a outra menina enchia o pé, chutando algo ou alguma coisa do seu algoz com impressionante violência. Aquele era o momento perfeito, a distração perfeita. Nenhum homem trocaria sua vida pela de outra pessoa, ainda mais de outra +


(01:47:53) Sophie Oldman fala para Todos: *os homens a largavam, pareciam famintos em ver a velha morrer aos poucos, toda a cena era horrível desde seus gritos de lamento até todo seu organismo ser dilacerado por dentro. Ao ser solta Sophie batia a cabeça levemente no assoalho úmido da casa, então poderia acordar no meio de um pesadelo, pondo a mão na testa. A única visão que teve foi um vulto de não mais que algumas poucas pessoas e um grande clarão, só isso. E cambaleando levantou-se e se esgueirando na parede, não por tentar escapar, mas por se segurar para não cair novamente. Havia, por um instante, esquecido o que se passou, mas sabia que deveria dar vida a suas pernas e correr, correr muito até poder não aguentar-se mais nos próprios joelhos e cair de cansaço. Foi o que fez, a expressão em seu rosto parecia de alguém dopado, olhava para o massacre de sua avó como se aquilo não fosse nada, mas estava transtornada e isso lhe afetara a cabeça. Corria sem rumo certo, mas precisaria estar bem longe dalí...*


(01:48:57) Dimmitre Schwarz fala para Todos: cor e de outro sexo. No cenário de batalha, aquilo não valeria à pena. Havia escolhido o certo... Ashley havia levado o outro negro ao chão e agora era a vez de Dimmy* - Larga a arma, macaco, antes que eu suje as minhas mãos nas suas víceras. * O negro que ameaçava Grace podia sentir o fio da navalha pressionar-lhe a caróti..( sei lá o que lá), a ponto de quase romper a pele para chegar a artéria *

(01:52:53) Martin Simons fala para Sophie Oldman: *Se tinha algo que o Gutierrez não gostava era daquela confusão naquele bairro.. na verdade nada naquele bairro lhe agradava.. e sirenes lhe agradavam muito menos.. um latino sempre apanhava da policia, de negros.. de brancos.. ja nem tinha graça.. pffff.. pais da esperança.. Costa Rica tinha mais esperança que aquela terra de ninguem.. vinha pensando em seu caminho,.. quando o cheiro de madeira queimada misturava-se ao de carne queimada.. que merda era aquela* Madre de Dios.. *e foi o esbarrão da garota que o levou ao chão junto com ela* O que!? *E os KKK percebiam a fuga.. movimentavam-se na direção dos dois* Ai dio santo!!! *ele esfregava-se no chão tentando sair debaixo dela.. erguendo-se com dificuldade ja em meio a correria, tentando puxa-la.. para salvar a propria vida* Corre chica!!! Corree* E corria na frente entrando em becos., escutando o som das balas que ricocheteavam nos blocos das esquinas.. nas latas de lixo* MIERDA!!!!

(01:53:34) Grace.. fala para Todos: *Grace fora acertada e o corpo caia ao chão aos pés de Martin que sangrava, a arma caiu ao chão e ela simplesmente desfalecia com a pancada, e o sangue escorria da nuca e molhava o chão, sangue branco e sangue negro derramado naquela guerra civil. O vestido rosa delicado além de sujo estava coberto por sangue, sangue da criança que teve que tirar dos braços de sua irmã. Martin havia sido acertado, e no começo da rua surgia Mag, ela vinha com pelo menos mais 30 negros a invadir a rua, era uma líder, uma revolucionária e lutava pelos direitos de sua raça, tomava a frente de seu “exercito” e via a cena de longe vendo que Martin havia sido atingido*..Vão lhes ajudar, tragam Martin vamos leva-lo ao hospital, limpem a rua, mas tragam as malditas garotas brancas, vivas, ou quase....Mas que respirem e saibam o próprio nome pra depois contar pro pai delas...

(01:58:36) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *O inchaço que se formara à bochecha de Fred,mal podia ser sentido,era a adrenalina que fazia-o ignorar a dor,e agora frente a frente com um neguinho,luta corpo a corpo?Aquele criolo teria o mesmo final que o irmãozinho preto dele,porém antes que pensasse em agir de outra forma,o canivete cortara o ar e rasgara a blusa de moletom de Fred,fora por pouco,quase tomava uma facada em cheio,e aquilo era o suficiente para faze-lo parar?Não mesmo,deu um passo para trás,e quando viu que o neguinho ia ataca-lo novamente,desviou o corpo,de modo que pode apoiar o corpo de lado e com um dos braços agarrar o braço do atacante,com o outro aproveitara para socar a cara do maldito,um,dois, socos,se o criolo pudesse reagir a aquela investida,certamente veria varias duplicatas embaçadas do alemão,que logo após o soco final,puxara o corpo do negro mais pra perto,e com as ultimas doses de adrenalina no sangue,acertou uma cotovelara certeira à face*

(02:01:27) Ashley Dewyer fala para Todos: * Tudo foi muito rápido. Sim. Rápido demais. Mas a velocidade cessava assim que um branco chegava ao resgate das duas. Quanta besteira. Quanta podridão! Era necessário? Porque o tom de pele tinha que ser fator de separação? Determinar quem era capaz, quem era filho de Deus. Todos somos. Todos. Até esses que digladiam. Não, não como animais. Animais não têm preconceito. O melhor é o mais habilidoso e corajoso, e não o de pêlos brancos ou negros. Podridão. Mas, enfim, os cabelos eram soltos quando Martin caia de joelhos com a barriga baleada. A irmã também estava caída, desmaiada. Os grandes e brilhantes – por causa principalmente das lágrimas – olhos azuis focavam primeiramente Dimmitre e Collins para depois fitarem Martin. Estava apavorada. Medo, desespero e agonia. O trio que a acompanha sempre. * foge... * Deixou a voz escapar para Martin enquanto os braços buscavam o corpo da irmã. E a garota ainda dizia isso depois de tudo? Devia ser louca. A líder negra apontava enquanto Ash utilizava de sua reserva de coragem – antes reprimida – para agarrar a irmã como podia e levantar-se. Nem que arrastasse Grace, fugiria dali. Havia um carro por perto e esta podia ser a única chance. Deixou o rapaz lá. Ele saberia se salvar mais facilmente que ela. Com certeza. Seu rumo era o carro, afastando-se de todo aquele caos levando a irmã consigo. Era o único jeito: entrar no carro e desaparecer dali. Dimmitre viria junto? Ou conseguiriam chegar a tempo? *

(02:04:43) Martin Simons fala para Todos: *O alemão era bom de briga e o canivete do negro apenas rasgasse o moleton e parte da pele e carne.. nada perigoso demais.. apenas mais uma cicatriz de briga de rua.. seb estava zonzo com a pancada que levara e acertava o ar duas vezes antes de cair sentado na frente do caminhão.. Fred segurava o braço do homem.. acertava o cotovelo no rosto deixando-o zonzo.. mas a vontade de sobrevivencia as vezes é maior.. e mesmo debilmente ele trocou o canivete de mão para fincar no abdomen do garoto.. e vinha a perda da conciencia com a cotovelada.. estava flacido o corpo na mão do alemão*

(02:05:50) Sophie Oldman fala para Todos: *seu corpo parecia insustentável, tombava nos próprios pés, quase caindo em meio aos destroços ainda próximos a sua casa. Esbarrar no desconhecido talvez fosse a chance conseguir sobreviver por mais tempo. Ao cair só conseguia gemer a dor de estar sobre o homem, que por sua vez estava sobre vidros e madeira queimada, talvez em brasas. Sentia que lhe empurrava, mas Sophie fechava e abria os olhos como se estivesse sob o efeito de alguma dogra. Havia aspirado bastante daquela fumaça e a pancada na cabeça só ajudara ainda mais na sua "inconsciência sã". Enquanto o homem tentou livrar-se dela, ela abria a mão e agarrava-se em sua blusa, sendo puxada por ele, e parecia não ligar, já que a KKK já sabia da fuga repentina de mulher e se aprontavam em capturá-la. Por onde ele fosse ela também o seguiria, mesmo estando em uma demência instantânea que logo passaria, após cheirar algo mais forte, talvez.*

(02:08:18) Martin Simons fala para Todos: *Martin ainda tentou avisar ao companheiro mas não conseguiu... faltava voz.. faltava força.. e Collins sentiu o fio da navalha lhe retesar a pele.. e cerrava os dentes.. só podia ser um branco desgraçado para agir daquele modo..contraia o maxilar tendo aos pés a garota que desmaiava e a irmã.. alem de martin.. apontava a arma para Grace* Se me cortar.. eu mato ela.. *sorria.. ele morreria pelo movimento.. e logo Collins escutava o clamor dos Panteras negras que vinham* Vai morrer branco desgraçado.. vai morrer como um peru de natal.. *ria..Martin ainda tentava segurar a garota que corria para o carro.. mas tombava no chão.. perdendo os sentidos*


(02:12:03) Nick Brown fala para Todos: *Um dia de folga... tudo o que precisava, os portões fechados, silêncio, um bom filme na tv, cerveja... estava ótimo. noite cai e.. a paz acaba.. gritos... berros.. desespero* cacete... *relutante larga a garrafa da cerva no chão cheio de cheetos e vai até a janela.. pessoas correndo..* saco.. o que foi agora.. *pega o taco de madeira do lado da porta e coloca sobre o ombro saindo de casa.. olha pra pessoa mais próxima* que porra aconteceu?!

(02:15:18) Dimmitre Schwarz fala para Todos: - Ah é? Adivinha então, criolo.... * Inclinava um pouco a lâmina e a puxava para cima. Com certeza esse ato ia fazer o negão ficar um pouco mais ereto * - Isso me daria um motivo para te mandar para o inferno com mais pressa, não? * Dimmy não falava alto, apenas sussurrava. Os olhos dele pareciam ter uma espécie de Brilho vazio, como se ele não se importasse com o fato do negro ou da vadia morrerem* - Se ela morrer, podemos ter mais filhos brancos e limpos, que serão amados.... tudo continuará na mesma. Agora, caso você morra, pense bem...sua mamãe África ficará feliz, por que tem menos um criolinho sofrendo no mundo. E eu? Eu seria um salvador...* Aquele som do ar saindo por entre os lábios de Dimmy, tal como uma risada que não conseguira ser abafada era um tanto irritante.* - Eu posso cortar seu pescoço e eles não me alcançam...Não escutou o barulho do meu motor? * Realmente chegaria no carro antes dos negros que acabaram de entrar na rua.* - Ela? ela eu deixo aí, morta, com você. Ela não lutaria...nunca +

(02:16:06) Martin Simons fala para Todos: *Gutierrez teve a garotqa em cima dele, e ele emcima de brasas de madeira e vidro quebrado.. ótimo..e ra tudo que precisava mesmo para o fim do seu dfia.. depois de ter trabalhado naquela usina.. conseguia se erguer.. escutando os berros do KKK.. e puxava a garota com tudo para correr com ele.. seguia entrando em beco, derrubando latas de lixo enqauanto aquela multidão de encapuzados os seguiam.. em gritos de voltem para o inferno.. e vinham os tiros* Cabron de mierda!! *ele encolhia-se ao correr.. e saltava muradas.. cercas de casas.. corria como podia.. até dar de cara com a primeira porta aberta.. a jovem que perguntava o que tava acontecendo.. ele só escutava a primeira frase.. epurrava a mulher para dentro.. da casa* KKK.. *gritava apenas isso.. era branca.. mas tava num bairro pobre,.. então não devia ser tão diferente dele mesmo naquela guerra* Diz que vc tem uma arma.. alias.. duas.. não .. mejor.. um tanque de guierra!!! *esperava sophie passar para fechar a porta*

(02:17:53) Dimmitre Schwarz fala para Todos: lutou...e vc? Vale à pena parar o sofrimento de sua vida de merda e deixar seus " manos" na mão. * Usava a outra mão para puxar o negro para trás. Qualquer oposição e realmente a navalha atravessaria a dita artéria.* Mais para trás negro. Vamos ver se sua garganta é tão dura quanto a sua cabeça. E você mocinha, acomode sua irmã.. Anda logo ou eu juro que eu largo vocês duas aí.

(02:27:18) Sophie Oldman fala para Martin Simons: *seu cansaço por ter desvencilhado alguns tantos obstáculos já se via estampado em seu rosto. A dificuldade na qual esticava os braços para se atravessar a cerca era demasiada! Mas, enfim, com todo o esforço que lhe restara conseguia passar por mais um. Ainda muda, não conseguia declarar, sequer perguntar quem aquele latino era, a voz presa na garganta, as forças todas em suas pernas e braços. Agarrou-se novamente ao braço dele e como se alavancada foi trazida para dentro da casa. Sua respiração pesava, era visível o movimento repetitivo de seu peito. Novamente desfalecia de cansaço, só conseguira gemer ao tocar na cabeça.*


(02:28:00) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *um ardência no abdômen,aquilo não era nada,oh não mesmo,nem aquilo nem a marca do soco inglês pregada no rosto,a mão encharcada de sangue,a agora o cotovelo,ao mesmo tempo que atacara o criolo,via a mão do mesmo se movendo,Fred estava próximo,o negro conseguir apanhar o canivete da própria mão sem a percepção do alemão eram quase impossíveis,e assim havia interceptação,afinal,um obstáculo entre as duas mãos,de 1,85 daquele tamanho,eram um bom obstáculo,mas pra baixo,uma joelhada fora desferida pelo alemão,pela proximidade acredito que certeira,na altura dos”paises baixos”,o que certamente provocaria uma boa dose de dor.*


(02:29:48) Grace.. fala para Martin Simons: *Grace ainda encontrava-se desmaiada, os negros agiam rapido ao comando de Mad, enquanto Collins era ameaçado, alguns ja apanhavam Martin e colocavam ele em um carro para leva-lo ao hospital. Os negros logo rodeavam a cena e apontavam armas para Dimmy e as branquelas vendo que ele ameaçava Collins*...Parado aí branquelo desgraçado, solta a arma e libera as vadias....


(02:31:41) Martin Simons fala para Friderich Hoffman: *O negro nas mãos de Friederish nem mesmo teve tempo de sentir a dor do golpe na zona de reprodução.. perdia os sentidos com a cotovelada.. e estava lá o corpo inerte nas mãos do alemão.. Seb conseguia se erguer.. apoiando-se no caminhão.. pegava o porrete novamente e corria na direção do negro.. fora um golpe só.. e os dentes.. sangue.. do negro espalhavam-se pela roupa de seu algoz* Morra macaco.. e as sirenes eram ouvidas.. e vinham na direção da rua onde os garotos estavam.. talvez fosse pouco coerente continuarem a brigar com a policia chegando.. quando o policial descia.. eles podiam ver.. era um negro..*


(02:38:28) Ashley Dewyer fala para Todos: * Estava em pânico, sim, mas algo dentro de Ashley a fazia continuar carregando a irmã consigo até que alcançasse o carro. A cena da criança morta rondava sua mente, mas não havia hora para gritar e desesperar-se. Era uma guerra escrota, mas era uma guerra. Estava acontecendo e se não manter o controle de si, iria custar sua vida e a da irmã. Ela era racista, sim, cria do demônio – seu pai – mas ainda assim era sua irmã. A colocou no banco de trás do carro, entrando junto com ela. * larga ele ai... larga ele ai!!!!!! * E como ela ainda conseguia ter a presença de espírito de apaziguar? De evitar mais mortes. Seja de brancos ou negros. * VEM LOGO!!! DEIXA ELE AI!!!!* E gritava em desespero enquanto abraçava a irmã em seu colo, ocupando todo o banco de trás ao mantê-la ali deitada. Ash permanecia sentada no extremo esquerdo, atrás do motorista. E encolhia-se, abraçando a irmã com firmeza. Esperava que Dimmitre entrasse naquele maldito carro para guiá-lo e largasse o negro – VIVO – ali. Iam conseguir fugir. Iam sim! Inferno. Ou não? Ouvia a ameaça do negro. Puta merda. E agora? Ela mesma assumia a direção se fosse preciso. *

(02:43:13) Martin Simons fala para Todos: *Martin estava sem os sentidos ali.. e collins sorria com a aproximação de seu grupo.. o branquelo perdia tempo converwsando.. ele dava passos para tras.. o negro repetia..* Ah é.. vai morrer.. vamos sangrar vc como se sangra um carneirinho branco desgraçado.. *falava entre os dentes.. ganhava tempo.. ganhava tempo do outro grupo de BPs que brigavam contra a policia pudesse se mobilizar em meio aos tiros trocadose cercavam o nazista.. o grupo de madelaine se aproximava..retiravam martin dali.. levando-o para o carro proximo* Solta o cara branquelo.. antes que a gente faça seus miolos estourarem pelo chão.. * Collins sorria de leve* Eu te avisei porco.. *E as mulheres? gritavam dentro do carro.. um dos negros caminhava para entrar no carro.. iria leva-las.. eram filhas do desgraçado do jack Dewyer.. *

(02:43:52) Dimmitre Schwarz fala para Todos: - Agora eu tenho que obedecer uma criola. Aliais, uma criola que quer tirar uma de loirinha. * Voltava a sussurrar no ouvido de seu refém* - O que diabos ela fez no cabelo, hm? * e mantinha o mesmo passo para trás, arrastando o homem que estava à sua mercê. Falava agora alto, em bom tom, se dirigindo à rebelde * - Não, obrigado. Brancos com brancos e negros com negros. * Falava sério, enquanto os olhos permaneciam vazios * - Sejamos francos, não tenho nada a perder e vocês tem esse filho-da-puta aqui, então...eu acho que eu estou em vantagem * dá um sorriso um tanto débil *- assim sendo...* Enchia os pulmões de ar e bradava * -... NEM MAIS UM PASSO.* Voltava a ficar com a mesma expressão de "nuvem" . Lançava um olhar por cima do ombro, apenas para aferir se as duas haviam entrado no carro. Bem, então elas não eram de todas inúteis. Ao menos uma conseguia arrastar a outra lá para dentro, e aquilo era um bom sinal. Dimmy voltava a falar no ouvido do negro * - Sabe o que eu mais gosto na américa? Não temos vínculo empregatício obrigatório. O patrão manda o funcionário embora a hora que desejar. E normalmente o branco é o patrão e o negro o subalterno. * Em um movimento rápido, afasta a navalha do pescoço do negão e o empurra, usando a outra mão e o ombro. Assim que o mesmo, em um provavel reflexo para não cair, dá aquele primeiro passo, catando cavaco, Dimmy o chuta violentamente entre as pernas. Sim, vocês sabem o que eu quero dizer, atingindo-o em suas partes baixas e desprotegidas. Apenas para ganhar tempo. Após isso, partia em disparada para o carro. Havia sido esperto o suficiente para deixar tudo ligado, e a outra - mostrando que realmente era branca e esperta - usava o banco de trás. Ela não havia fechado a porta, então Dimmy só tem o trabalho de levantar o banco, que ela havia abaixado para passar. Fechar a porta? Isso era algo para fazer apenas após o carro ja estar em movimento. E assim Schwarz tirava as duas do que poderia ter sido a maior enrascada da vida delas.* - As meninas estão bem? * Perguntava após bater a porta *


(02:46:18) Martin Simons fala para Nick Brown: *Gutierrez teve a garotqa em cima dele, e ele emcima de brasas de madeira e vidro quebrado.. ótimo..e ra tudo que precisava mesmo para o fim do seu dfia.. depois de ter trabalhado naquela usina.. conseguia se erguer.. escutando os berros do KKK.. e puxava a garota com tudo para correr com ele.. seguia entrando em beco, derrubando latas de lixo enqauanto aquela multidão de encapuzados os seguiam.. em gritos de voltem para o inferno.. e vinham os tiros* Cabron de mierda!! *ele encolhia-se ao correr.. e saltava muradas.. cercas de casas.. corria como podia.. até dar de cara com a primeira porta aberta.. a jovem que perguntava o que tava acontecendo.. ele só escutava a primeira frase.. epurrava a mulher para dentro.. da casa* KKK.. *gritava apenas isso.. era branca.. mas tava num bairro pobre,.. então não devia ser tão diferente dele mesmo naquela guerra* Diz que vc tem uma arma.. alias.. duas.. não .. mejor.. um tanque de guerra!!! *esperava sophie passar para fechar a porta*

(02:51:51) Nick Brown fala para Todos: *Se segura no portal da casa quando é empurrada abre a boca pra falar ums desaforos mas o cara seja lá quem fosse já estava longe aparentemente arrastando alguém* caralho... *das 10 palavras do dia 8 foram palavrões... não estava nem ae.. ainda segurava o taco.. que eles se aproximasses se tivesse coragem.. vai até a estante tirando uma winchester de dentro e engatilhando, porta fechada, sentada numa cadeira olhando a confusão pela janela*


(02:52:45) Martin Simons fala para Todos: *Nathan ja havia chegado até a residencia de jack... ja sabia do caos que estava no centro da cidade.. aqueles negros estavam ficando cada vez mais ousados.. usava a tunica branca no sofá da sala* Temos que acabar com aquela cria do demonio Jack.. é ela quem inflama os negrinhos .. *Falava entre os dentes.. a simples menção de pronunciar a palavra negro ja lhe dava asco.. jack entregava-lhe um copo de Wihiskey.. estava preocupado com o horario das filhas* vamos atacar o armazem dela... s´´o precisamos das pessoas certas para o serviço.. *´Nathan recebia o copo tomando um gole do Whiskey*


(02:53:19) Ashley Dewyer fala para Todos: * Chamava Dimmitre para entrar. Gritava de dentro do carro. Estava tudo realmente preparado para a manobra dele. De propósito? Talvez. Ashley era esperta ou tinha muita sorte. Deus protege os inocentes. Eu não acredito em Deus, mas ela sim. Então a frase está valendo. Enfim, Ashley mantinha-se desesperada ali dentro. Não conseguia ver o que acontecia direito porque estava abaixada. Conseguiam sair dali? Conseguiam se safar? Fugir? Só soube quando o carro já estava em movimento. Manteve-se abaixada até que estivessem fora de perigo. Ouvia a pergunta de Dimmitre enquanto abraçava a irmã com firmeza. Sabia que ela estava ferida. Era grave? O desespero mantinha-se. * não... minha irmã ta muito machucada... um hospital... rápido... por favor... * E a voz chorosa soava em pânico. Não podia perder a irmã. Nunca, jamais, se perdoaria se isso acontecesse. Era tudo sua culpa. Se não tivesse saído do carro! Mas e a criancinha? Cidade maldita!!!!! *

(02:59:43) Friderich Hoffman fala para Martin Simons: *Estava indo em direção a Seb quando ouviu as sirenes,a festinha já havia sido dada,e agora restavam aos policiais limparem a zona,mas Fred não conhecia ali,e isso ficava a respeito do veterano cuidar*Acho bom sairmos logo daqui..*E assim puxou o rapaz,esperando a instruções de “como fugir naquele buraco”*

(02:59:46) Martin Simons fala para Todos: *Gutierrez entrava, via a garota que havia trazido consigo desabar no sofá, e procurava um lugar para se esconder.. enfiava-se atras do sofá.. ja tinha apanhado tanto que a simples menção de White Power.. lhge fazia arrepiar até a ultima vertebra do cu.. a garota parecia não ter medo.. pior para ela* Madre de Dios.. madre de Dios.. * resmungava ou rezava? não saberiam dizer.. os membros da KKK passavam diante da porta de Nick.. e por sorte aquela noite não era para pegar impuiros brancos.. apenas deixafvam os olhares seguirem para dentro da casa.. passavam.. aquela noite.. estavam seguros.. *
(03:03:45) Martin Simons fala para Friderich Hoffman: *Seb batera com gosto na cara de negro.. e ria.. diainda batia mais na cara do hjomem, até não sobrar nada alem de uma massa disforme.. e sem vida.. a policia chegava.. Seb ainda fazia sinais para o homem de farda.* Vem.. por aqui.. *Corria esperando ser seguido por Fred, corriam pelas laterais da casa, até ganhar a outra rua, entre risos* Viu como ficou a cara daquele macaco!?!? *o garoto ria sdatisfeito do que tinha feito, enmquanto pulava quintais alheios para escapar*
(03:07:51) Sophie Oldman fala para Todos: *ao entregar-se ao conforto do sofá, Sophie relaxava seu pescoço no encosto do mesmo. A cabeça estava, então, apoiada de modo que poderia cochilar ali mesmo e esquecer um dia conturbado como foi aquele. Os membros soltos pelo estofado denunciava exaustão, esgotada por um noite de intensa corrida, ainda por cima, não se lembrava de nada do que havia ocorrido. Se fizesse um esforço sofreria ainda mais do que agora. Os homens passavam e através da janela as sombras daqueles chapéus pontudos. Sophie pendia a cabeça para o lado e sabendo do que se tratava, não se demorou em sorrateiramente colocar-se atrás do braço do sofá* Droga... Eu não posso nem descansar que esses idiotas ficam passeando por aí... o que há com eles? Por acaso se esqueceram do perigo que há nas ruas? *epiava por cima do sofá, enquanto falava num tom baixíssimo de voz, logo após alguns muxoxos com a língua*


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Durante a década de 1960, Nova Jérsei enfrentou o problema do empobrecimento de diversas cidades que dependiam primariamente da indústria de manufatura - especialmente Newark e Camden. A população destas cidades morando em guetos aumentou rapidamente, enquanto que a população da classe média mudava-se para subúrbios destas cidades industriais. Estes guetos eram predominantemente habitados por afro-americanos, enquanto os subúrbios passaram a serem habitados predominantemente por brancos, segregando a população do Estado. Os problemas enfrentados pela população afro-americana pobre eram largamente ignorados pelos municípios e pelo governo do Estado, o que levou a diversos conflitos e motins, dos quais o mais grave ocorreu em julho de 1967, em diversas cidades do Estado. Este motim popular perdurou por dias, e causou a morte de 26 pessoas, feriu mais de mil, e causou um prejuízo estimado em 12,5 milhões de dólares.
Em contrapartida, o estudo público em NJ tornava-se o melhor do país. O que levou o governo á construção da Robinsville High Scholl, a melhor escola Publica do estado. Levados pela qualidade do ensino, os empresários, e ricos homens brancos de NJ colocavam seus filhos para estudar naquele lugar. Porem, temendo uma represália ainda maior da população negra do estado RHS fora construída em um gueto. Para permitir assim, a entrada de alunos negros que necessitavam de um ensino de qualidade, já que a milícia não conseguia conter as rebeliões.

A cidade inteira vive em estado de Sítio. Os tanques da policia são facilmente vistos transitando entre os moradores dos bairros e guetos, tentando impedir conflitos que se tornam cada vez mais comuns, em NJ. Saques, confrontos, sabotagens, situações de risco e perigo se tornaram uma constante na vida de seus moradores que obedecem ao toque de recolher imposto pela policia. O cidadão encontrado fora de casa, durante o horário pré-estabelecido é considerado vândalo e consequentemente poderá ser apanhado pelos grupos militares. Há rumores de jovens que jamais voltaram para a casa após saídas para festinhas a noite.

Na cidade dois grupos constantemente se enfrentam. Membros partidários da facção racista Ku Klux Klan, enfrentam em conflitos de ideais a facção dos Panteras Negras. Nas escolas o separatismo é ainda mais evidente. Grupos seguem o exemplo das facções em geral compostas pelos pais e irmãos mais velhos dos alunos, e isso reflete no esporte de Robbinsville, onde os treinadores não conseguiram unir os grupos e tiveram que formar dois grêmios. Os Warriors compostos por brancos de elite. E os Ravens compostos pelos negros moradores do gueto.
Existe ainda o pequeno grupo dos latinos, menosprezados por ambos os lados. Por não serem 100% negros ou 100% brancos. Assim como aqueles que tentam a todo custo quebrar paradigmas de racismo e separatismo, unindo a população contra um mal ainda maior que a rixa entre cores e raças. A falta de repasse de dinheiro público para sanear a situação de pobreza que começa a assolar New Jersey, condições hospitalares, e habitação para uma população crescente.


Arquivo Público de New Jersey

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